| Quem pensa que pode fazer uma reserva na Casa Cimeira, e ter acesso a um turismo comum, pode ter uma muito agradável surpresa…. …Chegámos à Casa Cimeira num dia frio de Janeiro, ao fim da tarde, quando o sol se põe e o vento se torna cortante. A paisagem da Régua até Valença do Douro, ao longo do Rio é envolvente, mas estávamos ansiosos por chegar e conhecer os nossos aposentos! O Francisco tinha feito reserva, já tínhamos chegado ao destino, trocando as voltas ao GPS, tocámos à campainha…e ficámos a aguardar em frente ao grande e antigo portão verde, ouvindo o ancião Rex! -Quem será? Ouvimos do outro lado… -Oh Paulo, temos alguma reserva para hoje? Perguntava ao filho a D. Maria da Luz, enquanto o Sr. Artur abria o pesado portão. -Boa tarde! Entrem, entrem que está muito frio, não fiquem ao tempo….dizia a D. Maria da Luz na entrada da porta, vestida com o seu robe de inverno. Meia sem jeito, na simplicidade e espontaneidade que a caracterizam, dizia: - entrem, não estávamos a contar mas podem ficar, venham para a lareira, beber um porto para se aquecerem…não tenho os quartos preparados, mas já se trata disso… De facto foi um fim-de-semana inesquecível, tivemos o privilégio de escolher a Casa Cimeira para a estada de fim-de-semana, mas recebemos muito mais do que o que se possa “pagar”no turismo comum…. Ali encontramos a Aliança perfeita do que penso ser o que marca a diferença da gente do nosso País - Portugal, A Alma e o Coração da nossa gente, num destino muitas vezes esquecido e que marca pela qualidade e pela Verdade; o Douro! Talvez por isso o vinho seja diferente, o pão, a bôla, a carne, os cheiros, as compotas, as cores, as histórias dos socalcos, das vindimas, das gentes…. A porta da Casa Cimeira tinha sido aberta e a sensação que tivemos foi: estamos a chegar a casa de família, uma casa muito acolhedora, onde os “tios”, naturalmente fazem com que os seus visitantes se sintam à vontade, e não apenas os seus hóspedes… Claro que no último dia, a vontade de partir não era muita…e para completar o cenário, começou a nevar…no dia que marcou o maior nevão em Portugal nos últimos anos…acreditem que o Douro em Setembro tem um encanto mágico, mas coberto de um silencioso manto de neve…é um privilégio! De facto, por um engano qualquer a reserva passou ao lado, mas se fomos tão bem acolhidos não estando à nossa espera, imaginem se estivessem…?! Partimos com o coração cheio de reconforto e uma vontade imensa de voltar, surpreendidos pelos momentos marcantes que tornam a Vida especial e que são feitos de pessoas de Alma e intenções verdadeiras! Obrigada à Família que faz a casa Cimeira ser o que é! Para os Tios Maria da Luz e Artur e Paulo de Valença do Douro, Francisco e Natacha (Lousã). 6-8 Janeiro de 2010. A Casa Cimeira é para mim e para a minha família a nossa casa no Douro...A D. Luz,o Sr. Artur e o Paulo e até o Rex fazem-nos sempre sentir em casa . A última vez que lá estivemos o Manel foi na barriga da mãe..Agora que já está mais crescido vamos voltar ao ao Douro e à "nossa casa" para uns belos dias de diversão!
Susana ,Nuno ,Margarida ,Pedro e Manel D. Maria da Luz, Sr. Artur e Paulo muito obrigado pelos 2 dias que nos proporcionaram na vossa extraordinária Casa. Não dizemos isto pela dimensão ou apresentação da Casa Cimeira que é fantástica, acolhedora, bem decorada, familiar, etc. mas pelo à vontade que recebem quem vos visita e pela vossa hospitalidade que em termos de Turismo Rural ainda não encontramos igual. A nossa vontade era ficar pelo menos mais 1 dia todavia tinhamos que regressar. Fica a nossa garantia que iremos voltar desta vez já com o André fora da barriga da mãe e quem sabe com mais alguns familiares ou amigos. Podemos ainda garantir que vamos falar na vossa casa a todos os nossos amigos pois queremos que eles sintam o mesmo que nós.
Mais uma vez muito obrigado e até sempre!
Hélder, Inês e (André) Ainda ontem regressei e já tenho saudades! Ficar na Casa Cimeira foi para mim e para o meu marido a descoberta de um outro tipo de turismo! O acolhimento que recebemos fez-nos sentir de imediato como se estivéssemos de visita em casa de uns amigos ou familiares. A casa é extremamente acolhedora, com uns quartos muito bons que nos transportam para outra época. As salas de estar e jantar potenciam um ambiente familiar, onde à roda da mesa ou da lareira a conversa flui entre todos, tal como o Douro mais abaixo. Os jantares na Casa Cimeira são todos os dias um acontecimento: um bom vinho de entrada, a boa comida portuguesa muito bem confeccionada, bom tinto na mesa (nunca mais digo que só gosto de vinho alentejano), sobremesas divinais... e belos serões! Mas na realidade, o verdadeiro charme da Casa Cimeira são as pessoas que verdadeiramente olham por nós, não como negociantes mas como verdadeiros amigos. Muito obrigada D. Maria da Luz, Sr. Artur e Paulo por nos terem feito sentir em casa! Vamos voltar com toda a certeza, até porque só começámos a descobrir o magnífico Douro Vinhateiro! ---------------------------------------------------+ A nossa estagia ja foi em Setembro de 2009. Estivemos duas noites e adoramos. Nao so as paisagems do Douro mas tambem a Casa Cimeira.Foi como estar em familia. Os quartos confortaveis e limpos e principalmente a maneira como fomos recebidos. O Rafael ja queria andava sempre com a D. Maria da Luz e a ver aonde estava o Rex. O jantar com todos os hospedos juntos com cozinha tradicional portuguesa e bom vinho. E depois o vinho do Porto e as conversas benfiquistas com o sr. Artur(Campeos). A minha mulher é alema e tambem adorou embora nao perceba muito portugues mas tambem sentiu a alma especial da casa e das pessoas. Quando um dia voltar ao norte certamente a nossa estagia sera na Casa Cimeira. Muito obrigado! Adoramos e continuem sempre! Ate breve! --------------------------------------------------- |